terça-feira, 30 de abril de 2013

FAMÍLIA CARENTE FINANCEIRAMENTE PRECISA DE AJUDA

Mãe com o filho no colo com apenas dose dias de nascido,
passa por dificuldades (Foto: Amaury Carneiro)
"Meu filho não tem nem um mês de nascido, estou de resguardo não posso trabalhar agora, por isso resolvi pedir ajuda"
Amaury Carneiro

Banheiro improvisado e armário vazio sem comida
Moradora do bairro Marajá passa por dificuldades e pede ajuda da população. Maisa Rayane Carvalho de Sousa, está de resguardo,  pois teve um filho a menos de um mês. Atualmente desempregada, ela contou ao blog que o parto foi feito através de uma cesariana.   A família está vivendo numa  escola abandonada com excesso de umidade ocasionada pelas chuvas, pois as paredes não tem janelas com portas, são “comugós” feitos para ventilação da escola.

O problema maior de Maisa, estar na falta de estrutura para dá o mínimo de conforto ao bebê. Faltam alimentos e roupas (principalmente fraldas), falta oportunidade de trabalho para ela e o pai Josafá Silva da Conceição, e sobra medo e desespero.

Depois de um pedido feito à prefeita Aparecida Furtado, Maisa declarou que conseguiu a permissão para morar na escola abandonada, pois com o marido desempregado não tinha mais condições de pagar aluguel.

Dona Aparecida perguntou se eu realmente queria morar na escola, pois achava muito perigoso, como não tinha outro lugar para ir aceitei, a prefeita disse que assim que começar a cadastrar as famílias para aquisição das casas populares irá me incluir.


Passagem improvisada no muro,
recém-nascido e eu ao lado da mãe
"Quando chegamos aqui “tava” tudo sujo, pois “tava” servindo de paiol para os moradores da vizinhança; nos fundos do prédio eles cultivam pequenos canteiros, no início não teve problemas, entramos em acordo, mas agora impediram da gente passar por uma entrada na lateral da escola, meu marido teve que abrir uma passagem no muro, e o pior é que nós não temos privacidade, as pessoas ficam olhando tudo que a gente faz pelos buracos na parede do prédio, tivemos que “apregar” alguns pedaços de papelões nas paredes para amenizar o problema. Agora eles estão fazendo um abaixo assinado para tirar a gente daqui, não sei mais o que fazer,  meu filho não tem nem um mês de nascido, estou de resguardo não posso trabalhar agora, por isso resolvi pedir ajuda a você Amaury, através do seu blog pra ver se a gente consegue ajuda de alguém, meu bebê só tem tem dose dias de nascido não sei mais a quem recorrer” Relatou super emocionada Maisa.

Ainda de acordo com a mãe do bebê recém-nascido,  a secretaria de assistência social fez uma visita logo que eles chegaram ao prédio, marcaram para retornar e tentar solucionar o problema e até agora nada.

A família está passando por muita necessidade e pede a quem puder ajudar com roupas, alimentos e oportunidade de emprego para o pai, que entre em contato com os mesmos no local ou pelo telefone 99-81937112.

Se preferir ajudar com uma quantia em dinheiro, a mesma pode ser depositada na seguinte conta: Conta Poupança nº 04557-3 /  Agência 3566, Operação 023. Caixa Econômica Federal, em nome de Helena Rodrigues de Carvalho.

NoticiasdeParaibanoMa.com
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10 comentários:

  1. Amauri como faço pra ajudar ?

    Márcio Lima

    Email. Mikelima@ig.com.br

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    1. entre em contato pelo telefone celular 99-81937112 ou pelo email do blog paraibanonoticias@gmail.com

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  2. Amigo amaury parabens pela matéria e pela belíssima atitude com essa família. Ela realmente precisa. Muitas pessoas nao tao acreditando nessa história, tao zombando da garota, mas quem viu de perto e quem convive c ela sabe q nao é facil. Até p ela fazer o salário maternidade q é um direito dela ela nao conseguiu, apezar de ter provas q ela é lavradora, disseram no sindicato q ela tava confundindo pobresa c trabalhador rural, e q uma branca como ela nao sabe nem o p é roça, é q eles nao sabem q ela grávida ia p roça de pé c seu marido e acabou perdendo todo o plantil devido a falta de chuva. Ela ja foi muito humilhada nesta vida, chegou a hora das pessoas ajudarem. Amaury sua ajuda é de fundamental importancia pelo fato de divulgar essa história. Parabens.

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  3. Há mães que abandonam seus filhos em caixas de lixo. Há mães que agridem seus filhos desnecessariamente. Neste momento , vamos louvar a coragem desta, que rompendo preconceitos, pede humildemente a ajuda das pessoas. Sinceramente admiro as pessoas que ajudam com ações ou até mesmo com palavras confortáveis!

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  4. As pessoas se sensibilizam com qualquer história da caronchinha.Essa menina que parece uma retirante nordestina, deveria ser presa por crime de estelionato. Não mora em uma casa porque não quer, o avô da mesma têm uma casa desocupda e a tia da mesma tem outra, ambas no bairro Marajá. A mãe que é professora também poderia abrigá-la em sua casa, já que seu marido está viajando e trabalhando fora, ganhando dessa forma dinheiro suficiente para não deixar a família passando fome...ah querem ver pessoas realmente passando necessidades pesso ao caro amigo Amaury que dê uima volta na Vila "Leitão", lá sim têm pessoas que não irão tentar ludibriar as pessoas de bom coração de Paraibano.

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    1. Caro internauta e leitor, já fiz várias matérias sobre a Vila Guilhermino, inclusive no que tange famílias que passam por necessidades financeira e vivem na miséria, basta procurá-las nas postagens mais antigas. A propósito, em breve irei fazer mais matérias a respeito dessas pessoas. Aguarde ok?!

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    2. SIM, só para esclarecer, o marido de Maisa só viajou depois que um funcionário da distribuidora Mateus viu a reportagem e lhe ofereceu um treinamento em Balsas para assumir um emprego.

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  5. Segundo algumas informações, o marido da mesma estava trabalhando fora e veio para cuidar do resguardo da mulher. Fico encabuldao, como uma pessoa que passava por tantas dificuldades não sensibilizava seus próprios vizinhos , vizinhos esses que queriam era ver a família longe dali. Quando eu falei na Vila Guilhermino Brito, não sei se tu viste, coloquei o verbo nos singular (querem), não me referi a você, que é uma pessoa boa e cumpridora do dever humanitário que cabe a cada um, na verdade queria era chamar a atenção para a população realmente pobre dessa cidade. Não sou uma pessoa ruim, sou uma pessoa justa e acho que em Paraibano existem pessoas mais necessitadas que ela, pessoas que não tem uma mãe empregada com uma casa.

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  6. Eu maisa rayane, quero agradecer á esse internalta pelo comentário. Como ele(a) mesmo disse soube de informações, mas nao sabe o q eu to passando... Meu avô tem mesmo uma casa bem grande com um terreno bem grande, mas é dele nao é p doar e nem dar p ninguém e minha tia também tem uma casa mais é dela p criar a família dela. Minha mae é professora da rede municipal e como todos já sabem de outubro a janeiro os professores do municipio ficaram sem receber o salário devido as políticas e ela tem empréstimos no cartao o q deixa o salário ainda menor,e tem dívidas,tem a família dela e os problemas dela,vc acha mesmo q minha família me abandonou é onde eu mais preciso q eles me apoiam. E eu nao tô pedindo esmolas(por que logo acaba), mas ajuda(vinda de s2, é eterna) até meu resguardo acabar pois nao pretendo passar o resto da minha vida sujeitado a esperar as pessoas me dá. Eu sou uma pessna disposta p trabalhar, só ta faltando uma oportunidade, na matéria tá bem explicada q eu preciso de um emprego... Meus vizinhos querem me ver longe mas é desse "galpao" porque aqui é do município e eles tb querem invadir pq agora ta bem zelado. Vc julga q eu mereço ser presa, agora eu lhe pergunto porque? É crime pedir ajuda? Tem tantos q merecem ser presos e tao desfilando por ai, enquanto outros como eu aguenta criticas de alguém Anônimo(nao existe) q nao tem a mesma coragem e determinação q eu. E em q momento eu falei mal de alguém nessa matéria? Eu agradeço muito á prefeita por ter solucionado meu problema. Porque no momento ela nao tinha uma casa disponível,e aceitou meu pedido de vim p cá, eu sou muito feliz aqui, o q mais me preocupa é a falta de oportunidade de emprego em nossa cidade, e eu fui nao só uma vez mas várias vezes desde a gestao passada. Minha família segue a família furtado há praticamente 25 anos de política e "nunca" fomos beneficiados, e dessa vez nós vestimos o verde, balançamos bandeira, e principalmente depositamos nossa confiança na urna, e se posível "votamos quantas vezes for preciso." E fomos atrás deles várias vezes, foi por isso q busquei ajuda ao amigo amaury. E outra, eu é q tenho provas q podem processar certas pessoas q vieram me agredir verbalmente, acho q eu nao merecia ouvir da boca dos mesmos. O q mais me magoa é como uma mae tem coragem de dizer p outra dar seu filho já q nao tem condições de cria-lo... Eu nunca tinha passado por uma dificuldade dessas, mas eu nao vou ficar assim por muito tempo nao, pq eu acredito assim como tem uma minoria como vc p me criticar, tem Deus e uma grande maioria p me ajudar. Eu sei q tem muita gente necesitado em paraibano mas ninguém nao tem a coragem q eu tenho p falar a realidade porque tem vergonha de ser criticado assim como eu estou sendo. E outra, ninguém pede p sofrer, 'ninguém sofre porque quer', se fosse assim todos saberiam a hora q tudo ia terminar... E antes de me julgar, passe por onde passei, sofra o q eu sofri e depois me julgue com razão... Ou melhor eu lanço desafio p saber quem se disponibiliza em vim trocar de lugar comigo... Um abraço e muito obrigado.

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