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Wikimedia Commons Tatiana Sampaio está à frente da pesquisa com a polilaminina, molécula que reacendeu a esperança de pessoas com lesões na medula
CIÊNCIA / SAÚDE
A bióloga Tatiana Sampaio conquistou a
atenção do Brasil todo com a descoberta da polilaminina, versão recriada
em laboratório da laminina, proteína produzida naturalmente pelo corpo e que ajuda
os neurônios a se conectarem. Desenvolvida pela UFRJ (Universidade Federal
do Rio de Janeiro) a partir da placenta humana, a molécula reacendeu a esperança de vítimas de lesões na medula,
até então sem opções terapêuticas capazes de reverter o dano.
Iniciada em 1998, a pesquisa liderada pela cientista carioca, coordenadora do Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, desenvolve um medicamento capaz de reverter ou minimizar as lesões e devolver movimentos a humanos. Durante o estudo, a polilaminina foi aplicada em oito pacientes paraplégicos e tetraplégicos e ajudou a recuperar movimentos em seis deles. Um dos participantes, que que estava paralisado do ombro para baixo, voltou a andar sozinho...
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Fonte: Forbes.com









