Donald Trump não tem mais nada a perder...

 Isso a velha imprensa do Brasil não lhe mostra.

Donald Trump presidente dos E.U.A - NÃO tem nada a perder...

Tudo sobre as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos da América e as consequências para o mundo.

A PEC da Segurança Pública aprovada no senado brasileiro, um sistema único igual ao que foi criado na Venezuel  pelo ditador Hugo Chaves.

TEMPO DE ANGÚSTIA NO MUNDO.

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Canal Questione-se Renato Barros


PL oficializa candidatura do senador Rogério Marinho para a presidência do Senado

 


Líder da oposição na Casa deve ter como concorrentes o atual presidente, Davi Alcolumbre (União), e a senadora Tereza Cristina (PP)


O Partido Liberal (PL) oficializou nesta quarta-feira (4/11) a candidatura do senador e líder da oposição do Senado, Rogério Marinho (PL), para assumir a presidência da Casa. O lançamento foi feito após reunião da legenda ocorrida na sede do partido em Brasília. A eleição para o cargo ocorre no dia 1º de fevereiro e depende da articulação dos senadores por apoios dentro da Casa.

Marinho foi coordenador da campanha eleitoral de Flávio Bolsonaro (PL) e conta com a confiança da família Bolsonaro. A corrida pelo comando da Casa ainda enfrenta um cenário de indefinição. Além de Marinho, disputam o cargo o senador Davi Alcolumbre (União-AP), que busca a reeleição, e a senadora Tereza Cristina (PP-MS), que também disputa os votos da oposição.

“Fui escolhido pelos nossos companheiros para representar a direita”, declarou o líder da oposição no Senado. Ele também declarou que “oportunamente” vai estar junto com Tereza Cristina.  

A decisão por alçar Marinho à disputa ocorre em meio a discussões entre partidos da oposição sobre a possibilidade de reunir forças em torno de uma candidatura única. Nos bastidores, os partidos tentavam costurar uma candidatura que pudesse unir Marinho e Tereza Cristina, em uma tentativa de unir forças contra Alcolumbre ao invés de dividirem votos na disputa.

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Fonte: Portal Metrópoles


PEC da Segurança Pública dá mais poder ao governo federal; a pergunta é o que ele fará com isso?

Senado aprova PEC da Segurança Pública


 por  

Em termos técnicos, a PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) representa avanço institucional potencial contra o crime organizado, mas seu resultado prático dependerá de lei, financiamento, governança e controle: ela não retira formalmente o comando estadual, porém amplia de modo relevante a capacidade de coordenação e indução da União. O texto foi aprovado há pouco no Senado em dois turnos. 

O que muda em relação ao modelo constitucional atual

O art. 144 vigente distribui a segurança pública principalmente entre polícias federais e estaduais: a Polícia Federal atua nos crimes contra interesses da União e em infrações de repercussão interestadual ou internacional que exijam repressão uniforme; polícias civis investigam crimes comuns estaduais; polícias militares exercem policiamento ostensivo; e as guardas municipais protegem bens, serviços e instalações municipais. A Constituição não dá hoje à União uma competência explícita para formular e coordenar uma política nacional vinculada ao sistema penitenciário.

A PEC altera esse desenho em cinco pontos centrais:

  • Coordenação nacional constitucionalizada: atribui à União a formulação da política e do plano nacional de segurança pública e defesa social, incluindo o sistema penitenciário, e a coordenação do Susp e do sistema prisional.
  • Reforço expresso da Polícia Federal: inclui, de forma inequívoca, organizações criminosas e milícias privadas entre os crimes de repercussão interestadual ou internacional que podem justificar atuação federal uniforme.
  • Polícia Viária Federal: substitui a referência à Polícia Rodoviária Federal e à Polícia Ferroviária Federal por uma polícia viária com atuação em rodovias, ferrovias e hidrovias federais, além de emprego emergencial em hipóteses delimitadas.
  • Guardas municipais: incorpora-as expressamente ao rol constitucional de órgãos de segurança pública e admite policiamento ostensivo e comunitário urbano, sem polícia judiciária e sob controle externo do Ministério Público.
  • Fundos e controles: constitucionaliza o Fundo Nacional de Segurança Pública e o Funpen, veda seu contingenciamento e prevê corregedorias e ouvidorias autônomas.

A proposta dialoga com o arcabouço já existente: a Lei 13.675/2018 criou o Susp; a Lei 12.850/2013 disciplina organizações criminosas; a Lei 13.756/2018 rege o FNSP; a LC 79/1994 institui o Funpen; e a Lei de Execução Penal estrutura a execução penal. Portanto, a PEC não cria do zero uma política de segurança: ela eleva parte desse sistema à Constituição e lhe confere maior estabilidade.

Combate ao crime organizado: avanço real, mas incompleto

Há avanço normativo concreto em relação a facções que operam entre estados e países. A previsão expressa da competência da Polícia Federal para investigar organizações criminosas e milícias com repercussão interestadual ou internacional reduz controvérsias sobre a presença federal e favorece investigações integradas de tráfico de armas e drogas, lavagem de dinheiro, contrabando, domínio de rotas, infiltração institucional e articulação carcerária.

O ponto mais relevante é a integração entre segurança e sistema penitenciário. Facções se beneficiam da fragmentação entre inteligência policial, administração prisional, investigação financeira, controle de fronteiras e políticas estaduais. Ao incluir o sistema prisional na política e no plano nacionais, a PEC cria base constitucional para padrões comuns de inteligência penitenciária, classificação de presos, bloqueio de comunicações ilícitas, cooperação interestadual e uso coordenado de informações.

A vedação ao contingenciamento do FNSP e do Funpen também pode melhorar a previsibilidade de recursos. Isso é materialmente importante porque repressão qualificada exige capacidade permanente de inteligência, perícia, proteção de testemunhas, investigação patrimonial e tecnológica, não apenas operações ostensivas.

Mas a PEC não basta para alterar, sozinha, a dinâmica criminal. Ela não traz metas, critérios obrigatórios de distribuição de recursos, integração compulsória de bases de dados, protocolos nacionais de inteligência, regras de intervenção federal, instrumentos novos de investigação patrimonial ou mecanismos específicos contra corrupção e captura institucional. Esses elementos continuam dependentes de legislação posterior, orçamento e execução administrativa.

Em síntese: diante de organizações transnacionais e financeiramente sofisticadas, a coordenação federal é coerente com a escala do problema; porém, constitucionalizar a coordenação não equivale a produzir automaticamente capacidade operacional ou redução de mortes violentas.

Estados perdem autonomia e poder?

Não há perda formal do comando estadual sobre suas polícias. A própria PEC declara que CLIQUE AQUI E LEI A MATÉRIA NA ÍNTEGRA


Fonte: Portal Cláudio Dantas

Chocante: "Brasil, prepara-se para chorar ! "

 Momentos finais, a sequência é a mesma, desde o início dos tempos, uma batalha espiritual.

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Canal Questione-se
A mensagem que o Brasil precisa ouvir. A grande massa esqueceu do CRIADOR.

O que pode acontecer e ninguém está contando no Brasil

O BRASILEIRO NÃO TÁ PRONTO PARA O QUE TÁ CHEGANDO!

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Canal Questione-se

Por Renato Barros

Catástrofe

Neste capítulo, a série O Cerco ao Brasil sai do Brasil e olha para o mundo. Renato Barros mostra o programa FORTRESS America, anunciado por Pete Hegseth em 30 de setembro de 2026, os documentos internos obtidos pela Fox News que falam em pelo menos 90 dias de operação sem apoio externo para toda grande base militar americana, a confirmação de Dale Marks em Tampa, a frase de Sean Parnell, energia é combate agora, e a reportagem da Reuters sobre as falhas de freezers em bases militares tratadas pelo Pentágono como possível ciberataque.

Comparamos o que cada governo está dizendo à própria população: a campanha Be Ready do Reino Unido, com três dias de água, comida, dinheiro vivo e rádio; o livreto sueco Se vier a crise ou a guerra, com uma semana de autonomia; os dez dias da Alemanha; os guias da Holanda, da França, da Polônia e dos países bálticos; e a Estratégia de Preparação da União Europeia, com o mínimo de 72 horas. Mostramos o aviso de Glenn Beck, que disse não dar um alerta assim desde 2007, e o que existe no Brasil, sem cartilha nacional e sem campanha. Explicamos por que o vídeo que circula sobre um desligamento intencional da rede americana por 24 a 48 horas é uma teoria sem documento e sem fonte. Detalha o ataque à Binance de 29 de outubro, o maior roubo da história das criptomoedas, com 6,3 bilhões de dólares retirados em cerca de vinte minutos, a atribuição feita pela TRM Labs, pela Blockaid e pelo investigador ZachXBT ao grupo Lazarus, e a nota da Binance Brasil sobre ativos segregados e saques suspensos. Colocamos no tabuleiro a declaração de Vladimir Putin de que não haverá vencedor, a reportagem da Reuters sobre o pedido do Pentágono para que Lituânia, Letônia e Estônia moderem o discurso sobre a Rússia, a eleição de meio de mandato de 3 de novembro, a reportagem do Wall Street Journal sobre o aviso aos países do Golfo de uma campanha curta e intensa contra o Irã após as eleições, os três porta-aviões na região, o petróleo a 115 dólares e a eleição israelense de 27 de outubro, com Benjamin Netanyahu no cargo até a formação de um novo governo. Fechamos no Brasil: a queda do Ibovespa na semana, o dólar na máxima do ano, a dívida bruta em 82,9% do PIB e o que os manuais europeus recomendam para preparar a casa. Todas as afirmações estão atribuídas a quem as fez. O canal não afirma que haverá apagão, guerra ou ataque, não faz recomendação de investimento e não imputa crime a nenhuma pessoa citada.

Boicote antipetista se espalha pelo Brasil

 


A consequência...

Desde a reeleição de Lula (PT), no último domingo (25), começaram a circular nas redes sociais listas que identificam comerciantes, profissionais e trabalhadores apoiadores do petista. As publicações incentivam o boicote a estabelecimentos, a demissão de funcionários e a recusa de contratação de petistas.

O movimento surgiu na última segunda-feira (26), principalmente em cidades onde Lula não obteve a maioria dos votos, mas também chegou a metrópoles como São Paulo. Na capital paulista, circulam, nas redes sociais e em grupos de WhatsApp, listas que incentivam boicotes a bares, restaurantes, manicures, personal trainers e outros profissionais e estabelecimentos.

Empresas e organizações de diferentes regiões do Brasil também anunciaram nas redes sociais o fim de doações e de ações sociais após o resultado do segundo turno das eleições presidenciais. As publicações anunciam a suspensão de iniciativas como a distribuição de cestas básicas, brinquedos, roupas e medicamentos. CLIQUE AQUI E LEI A MATÉRIA NA ÍNTEGRA

Fonte: Portal Cláudio Dantas

O erro de uma palavra na carta de Flávio Bolsonaro NÃO muda nada...

 QUEM É GOLPISTA AFINAL ?

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Canal do Leandro Ruschel


Vídeo do Olavo de Carvalho vem á tona sobre LULA não sair da presidência do brasil

 Olavo fez  um alerta grave ao Brasil, entenda porque é quase IMPOSSÍVEL tirar o Lula do poder.

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Canal The Bilionários Brasil

Neste vídeo do The Billionaire Brasil,  Bruno Masuskiak, analiso o pensamento político do filósofo e escritor Olavo de Carvalho, especialmente suas críticas ao Partido dos Trabalhadores, ao ex-presidente e presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à influência cultural e institucional da esquerda no Brasil.

 Olavo de Carvalho ficou conhecido por suas análises sobre hegemonia cultural, socialismo, comunismo, conservadorismo, universidades, meios de comunicação e formação da opinião pública. Mas por que ele considerava tão difícil modificar determinadas estruturas de influência política e cultural no Brasil?

 Ao longo do vídeo, discutimos as ideias de Olavo sobre a relação entre poder político, instituições, educação, cultura e comportamento eleitoral, distinguindo suas interpretações dos fatos históricos e das diferentes perspectivas existentes sobre esses temas.

Também analisa o cenário político brasileiro em 2026, marcado pelo debate entre Lula e Flávio Bolsonaro, pelas eleições presidenciais e pelas discussões sobre os rumos econômicos e institucionais do país. Com a repercussão do segundo turno das eleições de 2026, da apuração dos votos e dos resultados eleitorais, o pensamento de Olavo de Carvalho voltou a despertar interesse em discussões sobre a influência da esquerda e da direita na política brasileira.

Neste vídeo, também é abordado como decisões relacionadas aos gastos públicos, carga tributária, dívida pública, segurança jurídica, liberdade econômica e investimentos privados podem influenciar o desenvolvimento brasileiro. A discussão envolve ainda o papel do Congresso Nacional, das instituições democráticas e das diferentes correntes ideológicas na construção das políticas públicas.

A grande questão é: por que a influência de determinados grupos políticos pode permanecer por décadas, mesmo diante de mudanças eleitorais?

E quais fatores realmente determinam a continuidade ou a transformação do poder político no Brasil? Neste vídeo, vamos compreender o pensamento de Olavo de Carvalho, suas críticas ao PT e ao lulismo e os debates sobre o futuro da política brasileira.

#OlavoDeCarvalho #Lula #PT #FlávioBolsonaro #Eleições2026 #SegundoTurno #PolíticaBrasileira #TheBillionaireBrasil

Saída de Flávio expõe regime petista e esvazia poder de barganha de Moraes



 Por Cláudio Dantas

Confirmada a ida de Flávio Bolsonaro para os EUA a fim de exercer o papel de líder de um governo no exílio, há duas consequências imediatas na política. A primeira é que o senador poderá denunciar diariamente, com ampla repercussão midiática, os indícios de crimes eleitorais praticados por Lula para obter seu quarto mandato — alguns são flagrantes, como o abuso de poder político e econômico durante a campanha. CLIQUE AQUI E VEJA A MATÉRIA COMPLETA


Fonte: Portal do Cláudio Dantas

A DITADURA INSTALADA NO BRASIL

 Perseguição total do Lulapetismo e da juristoscracia da maioria dos itegrantes do STF, aos adversário político, ações orquestradas típicas dos piores regimes ditatoriais do planeta.

Veja no program do jornalista Cláudio Dantas e entenda tudo que está acontecendo no Brasil após o dia 25 de outubro ( dia da eleição presidencial) inclusive a saída do senador Flávio Bolsonaro do Brasil, por PERSEGUIÇÃO POLÍTICA. 

O programa recebe vários comentaristas especialistas em política, economia, direito e um venezuelano, que faz uma análise do que está contecendo no Brasil comparando com o que aconteceu no regime DITATORIAL DA VENEZUELA.

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Programa do Jornalista Cláudio Dantas

Na Trincheira da República, Claudio Dantas, seus comentaristas e convidados trazem bastidores exclusivos e análises sobre o plano de fuga de Flávio Bolsonaro e suas consequências para a oposição. O programa também denuncia a ofensiva de parlamentares do PT e de aliados no estímulo à perseguição política de adversários, com ameaças de prisões em massa e pedidos de cautelares, mesmo sem qualquer acusação formal ou inquérito. Mercado sangra.

Participantes: JÚLIA LUCY - CIENTISTA POLÍTICA PENÉLOPE NOVA - EX-VJ E COMUNICADORA BRUNA TORLAY - ANALISTA POLÍTICO ELI VIEIRA - JORNALISTA E BIÓLOGO FABIANA BARROSO - ADVOGADA