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| Edição 320 |
NAUFRÁGIO EM DOSE DUPLA
Fiasco sucessivo no
Congresso Nacional impõe a Lula a mais fragorosa derrota
Por, Augusto Nunes
Vetado pela maioria dos 81 senadores, Jorge
Messias, codinome “Bessias”, não será
ministro do Supremo Tribunal Federal. Na quarta-feira (29), pela
primeira vez desde 1894, o escolhido pelo presidente da República esbarrou
na rejeição do Poder Legislativo e agora só merece um espaço na ala dos
fiascos históricos de algum museu da República. Em vez da toga que usaria
por 29 anos, continuará envergando o terno de chefe da Advocacia-Geral da União
pelo menos até dezembro.
Messias fracassou, mas está fora da comissão de frente
formada pela elite dos perdedores. Lá estão destaques mais vistosos, como os
articuladores políticos do Planalto e ministros do Supremo Tribunal Federal
(STF), liderados por Gilmar Mendes. Mas o grande derrotado é Lula.
Aos 82 anos, o dono do PT acha que governa o mesmo
país que, em 2010, engoliu sem engasgos um poste do
porte de Dilma Rousseff. Se transformou em sucessora uma mulher
provida de meio neurônio, decerto se perguntou, por que haveria de ser mais
cauteloso ao escolher um ministro do Supremo e o momento de submeter seu nome
ao endosso do Senado? Alheio aos sinais de perigo emitidos por pesquisas
eleitorais, ao desconforto escancarado pela imensidão de endividados. CLIQUE
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Fonte:
Revista Oeste
Edição
320