POLÍTICA-CRIME
A divulgação de um áudio atribuído ao ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão e ex-deputado estadual Raimundo Cutrim provocou uma reviravolta no debate político em torno do caso Tech Office. Tornada pública nesta segunda-feira, 27, a gravação de 12 minutos traz acusações que atingem diretamente parlamentares ligados ao grupo político do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, e desloca o foco de uma investigação que, nos últimos meses, passou a ocupar papel central na disputa pela sucessão do Palácio dos Leões.
Na conversa, gravada por César Cutrim num encontro com Raimundo Cutrim, pai de Gilbson César Cutrim Soares, condenado pelo assassinato do empresário João Bosco Sobrinho Pereira, o ex-secretário afirma que deputados estaduais teriam arrecadado R$ 300 mil para viabilizar um acordo de delação premiada. Segundo ele, o dinheiro teria sido entregue à esposa de Gilbson, Lorena Cutrim, para que o condenado apresentasse uma versão capaz de implicar familiares e pessoas próximas ao governador Carlos Brandão.
Durante o diálogo, Raimundo Cutrim diz ter confirmado pessoalmente a informação e cita nominalmente os deputados Othelino Neto, Carlos Lula, Rodrigo Lago, Leandro Bello e Júlio Mendonça como participantes da suposta arrecadação. “Na primeira eles deram R$ 300 mil. Essa eu tenho absoluta certeza. Pensei que era R$ 500 mil, mas investiguei e confirmei. Quem deu foi o Othelino. Só um entregou, mas quem participou foi Othelino, Leandro Bello, Carlos Lula, Rodrigo Lago e Julinho”, afirma no áudio... CLIQUE AQUI E VEJA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA
Fonte: Portal O Informante

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