PGR Gonet e família aparecem 33 vezes em investigação que ele pede nulidade

                                                                    Paulo Gonet
Imagem: Antonio Augusto/Secom/TSE… 


 

Titular da PGR se manifestou no começo da noite de terça (01) pedindo a nulidade de investigações sobre o caso Master no STF. Mais um envolvido nesse escândalo, tentando "livrar a própria pele".


O procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, e familiares dele são mencionados ao menos 33 vezes nas investigações do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), cujo sigilo foi levantado nesta terça-feira (1º/9).

Na tarde de ontem, Gonet pediu a nulidade das apurações sob o argumento de que o relator do caso, André Mendonça, não tinha autorização do plenário do STF para conduzir investigações que envolviam outro ministro da Corte — no caso, Alexandre de Moraes...

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Fonte: Portal Metrópoles


Corrupção: Ministro Moraes editou contrato de R$ 131 mi de Vivi com Vorcaro, diz Estadão

 


Por,  Cláudio Dantas

Corrupção com as próprias mãos

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), editou a versão final de um contrato de R$ 131,2 milhões em serviços advocatícios firmado entre o escritório de sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, e o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, segundo levantamento do Jornal  Estadão. A informação consta de metadados do documento extraído do celular de Vorcaro, apreendido pela Polícia Federal.

Registros da investigação aos quais o Estadão teve acesso indicam que o arquivo foi aberto e alterado no sistema Office 365 utilizado pelo ministro. O perfil responsável pela modificação aparece identificado como “Ministro Alexandre de Moraes”. A alteração teria ocorrido às 23h04 de 15 de janeiro de 2024, cerca de 1 hora e 40 minutos depois de Vorcaro devolver o documento com uma cláusula revisada.

O contrato previa 36 parcelas mensais de R$ 3 milhões líquidos para o escritório Barci de Moraes. Considerados os impostos, cada parcela correspondia a R$ 3.646.529,77. O valor bruto total chegava a R$ 131.274.351,72...

Troca de mensagens,

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Fonte: Portal do Cláudio Dantas

CLÁUDIO DANTAS DIZ A VERDADE SOBRE RENAN SANTOS, MBL E A DECISÃO DE DIAS TOFFOLI

 CENSURA

O ministro do STF/TSE Dias Toffoli censura campanha e põe em risco candidatura de Renan Santos à Presidência da República. A decisão do ministro Dias Toffoli de suspender a propaganda eleitoral na TV e internet de Renan Santos, candidato à Presidência pelo partido Missão (Antigo MBL), surpreendeu a campanha, que alega risco de dano irreparável à disputa. Toffoli apontou supostas irregularidades que teriam favorecido as postagens do candidato nas redes sociais. Em resposta, a campanha divulgou um vídeo onde Renan manifesta indignação, mas reafirma que não desistirá do pleito.

O jornalista Cláudio Dantas faz um relato indignado, mostranto quem é de fato Renan Santos e o MBL no cenário político e as decisões arbitrárias de alguns integrantes do STF. "NÃO estamos em uma DEMOCRACIA"...

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Carlos Brandão recorre ao Pleno do STF contra decisão de Toffoli que manteve inquérito aberto por Dino

 

Carlos Brandão e Flávio Dino

IMPARCIALIDADE OU SUSPEIÇÃO?

O governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), apresentou um agravo interno ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do ministro Dias Toffoli que rejeitou uma ação da defesa para suspender a investigação conduzida na Corte. O recurso pede que a controvérsia seja analisada pelo Plenário do Supremo.

A defesa questiona a competência do STF para conduzir e supervisionar a apuração envolvendo o governador. Segundo os advogados, investigações sobre possíveis crimes comuns atribuídos a governadores devem tramitar no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O caso teve origem em determinação do ministro Flávio Dino, que ordenou a abertura de inquérito para apurar suspeitas relacionadas a um suposto esquema de compra de vagas no Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA).

No recurso, os advogados também apontam possíveis violações ao sistema acusatório e ao devido processo legal. A defesa sustenta que o inquérito foi instaurado de ofício, sem provocação anterior do Ministério Público e sem distribuição entre os ministros, além de destacar que a Procuradoria-Geral da República (PGR) já teria defendido a remessa da investigação ao STJ.

Outro ponto levantado é a atuação da Polícia Federal, que teria solicitado diretamente ao governador documentos relacionados a investigações estaduais. Para a defesa, a medida representa interferência na autonomia do Estado e afronta o pacto federativo.

Brandão pede que Dias Toffoli reconsidere a decisão ou encaminhe o agravo para julgamento pelo Plenário do STF. A defesa também solicita, em caráter cautelar, a suspensão da supervisão do inquérito pelo Supremo, com eventual remessa do caso ao STJ ou à PGR, além de requerer que a Polícia Federal deixe de fazer requisições diretamente ao governador no âmbito da investigação.

Fonte: Portal O Informante