segunda-feira, 21 de outubro de 2013

REVISTA ISTO É E CARTA CAPITAL CONFIRMAM O ROMPIMENTO DE LULA E DILMA COM O GRUPO SARNEY

     
BEIJA MÃO: Lula e Dilma querem distância de Sarney e
Luis Fernando em 2014.
ISTO É - A batalha nordestina

“Foi o risco de fornecer mais combustível para o PSB que levou o PT a rever uma das mais polêmicas alianças eleitorais de sua história recente. Num movimento já chamado de “traição cirúrgica”, o partido ensaiou uma ruptura no Maranhão, afastando-se do grupo político do ex-presidente José Sarney, para apoiar Flávio Dino, do PCdoB, na disputa pelo governo do estado. Pré-candidato de Sarney, o atual secretário de Infraestrutura, Luís Fernando Silva, ainda não decolou, enquanto Flávio Dino lidera as pesquisas com tanta folga que sua popularidade subiu até nos protestos de junho. Inconformado com o acordo, fechado em segredo, o veterano Sarney reagiu. Mobilizou seus aliados na cúpula do Senado, ameaçando bloquear toda a iniciativa do governo na casa onde usufrui de um ambiente muito mais amistoso do que na Câmara. Ameaçando uma adesão a Eduardo Campos, Sarney ligou para o próprio Lula, que, diante do risco, pediu para Dilma recuar. Num esforço para manter um palanque no estado, a presidente ainda trabalhava, na semana passada, com a alternativa de apoiar a candidatura de Roseana Sarney, para o Senado, sem abrir mão da aliança com Dino. O problema é que o candidato do PCdoB, que já é cortejado pelo PSB de Eduardo Campos, manda dizer que tem pressa. A batalha deve ganhar intensidade nas próximas semana.”

Juntinhos: Dilma não abre mão de apoiar Flávio Dino
 para o governo do Maranhão.
Carta Capital
Caruru Maranhense I

O discurso genérico de Marina Silva contra vícios da “Velha República” encaixa-se como uma luva em alguns estados brasileiros.

A situação no Maranhão continua sendo assim, após 50 anos de domínio do grupo de José Sarney.

Pesquisas em poder do governo indicam que a rejeição é grande e se espalha pelo País. Está em jogo um colégio eleitoral relevante, considerando as dificuldades da próxima eleição: são quase 5 milhões de eleitores.

Lula propôs romper o acordo estadual do PT e os Sarney.
Caruru Maranhense II

A nota dissonante na reunião com a presidenta Dilma, onde isso foi discutido, ficou por conta do presidente do partido, Rui Falcão.
Esse Falcão é diferente. Move-se com o temor e morosidade de gato.
Foi contra o rompimento porque disputa uma eleição interna e temeu perder os votos do PT do Maranhão que está pendurado no governo estadual.

Ou seja, no colo de Roseana Sarney.

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