Copa do Mundo 2026 expõe disputa bilionária entre marcas esportivas e estrelas do futebol

 


A Copa do Mundo de 2026 não será apenas uma competição entre seleções em busca do título mais importante do futebol. Nos bastidores, o torneio também representa uma intensa disputa comercial envolvendo fabricantes de material esportivo, patrocinadores e os principais nomes do esporte mundial.

Com a ampliação do campeonato para 48 seleções, a visibilidade global do evento aumentou significativamente, criando novas oportunidades para empresas do setor esportivo ampliarem sua presença internacional. Três gigantes do mercado concentram a maior parte dos uniformes das equipes classificadas: Adidas, Nike e Puma. Juntas, elas estarão presentes em 37 seleções, o equivalente a cerca de 77% dos participantes.

A liderança segue dividida entre Adidas e Nike. A marca alemã fornecerá material esportivo para 14 seleções, enquanto a empresa norte-americana vestirá 12 equipes. Logo atrás aparece a Puma, que ampliou sua participação de forma expressiva nos últimos anos e será responsável pelos uniformes de 11 seleções.

Em 2024, as partes renovaram o acordo comercial até 2038. Segundo estimativas divulgadas pela imprensa esportiva brasileira, o contrato pode render cerca de 100 milhões de dólares por ano à entidade máxima do futebol brasileiro, tornando-se um dos maiores acordos do segmento. CLIQUE AQUI E VEJA A MATÉRIA COMPLETA

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