Com o cancelamento do debate entre os candidatos à presidente, TV Globo sente o peso da DITADURA DE TOGA


Após 7 anos defendendo as arbitrariedades de alguns ministros do STF, A TV Globo está sentindo o peso da mão da DITADURA DE TOGA brasileira, com apoio do Lula 

VEJA O NO VÍDEO ABAIXO

Canal da jornalista  Paula Marisa

Por Paula Marisa

Lula já havia decidido não participar. Pelas regras acertadas previamente com as campanhas, a Globo poderia manter no cenário o púlpito do candidato ausente e permitir perguntas direcionadas a ele. Mas, poucas horas antes do programa, a ministra esquerdista Estela Aranha, do TSE, proibiu a exibição do púlpito vazio de Lula e também as perguntas ao candidato ausente. (Censura total)

Em outra decisão de última hora, o ministro ditador Gilmar Mendes determinou a inclusão de Renan Santos no debate. Flávio Bolsonaro desistiu de participar e acusou a Justiça Eleitoral de censura. Pouco depois, a TV Globo cancelou o debate, afirmando que as decisões judiciais interferiram nas regras previamente acordadas e provocaram insegurança jurídica.

E aí veio a grande ironia dessa história: entidades que representam emissoras, jornais e revistas saíram em defesa da Globo e classificaram a intervenção judicial como uma “agressão à liberdade de imprensa”. ABERT, ANJ e ANER disseram estar indignadas com as mudanças impostas às regras do debate.

Neste vídeo, Paula Marisa analisa o cancelamento do debate da Globo, a decisão envolvendo a ausência de Lula, a reação da imprensa e a escalada de decisões do TSE e do STF que transformou o último debate antes do primeiro turno numa confusão política e judicial típica de ditadura.

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