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| Senador Amin - Foto; Câmara dos Deputados |
Parlamentares defendem que o presidente do senado Davi Alcolumbre, convoque sessão para analisar o veto presidencial.
Por, Amaury Carneiro
ANISTIA
O senador Esperidião Amin (PP-SC) declarou que o
projeto de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, 2023, já conta
com apoio equivalente a mais de 50 senadores, somando assinaturas e
manifestações de líderes partidários.
A iniciativa surge após o veto integral do presidente
Lula ao projeto sobre dosimetria das penas, aprovado pelo Congresso no
fim do ano passado e relatado por Amin no Senado. Para o parlamentar, a
análise do veto pelo Congresso Nacional pode ocorrer, mas a anistia ampla
deve avançar independentemente desse debate. Ele argumenta que a medida é
um passo para “pacificar o país”,
destacando que anistia “não é impunidade, é
perdão”.
Questionado sobre o impacto do perdão nas punições, Amin
afirmou que o país tem histórico de anistias. “Primeiro, a nossa história
tem mais de 35 anistias. Eu não acho que isso foi ruim para o país. Eu acho que
foi bom”, declarou.
Diante da possibilidade de judicialização, Amin defende que o tema permaneça no âmbito do Parlamento, e não do STF.

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