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| Lula e Ana Elisa - Reprodução/Instagram |
A campanha de Lula é
prova de que a esquerda pode ser ainda mais
inescrupulosa na mentira do que a direita que ela acusa de ser barbárie
Mario Sabino
A “campanha do medo”
com a qual Lula e o PT pretendem vencer Flávio Bolsonaro e a direita é uma indecência,
uma nojeira, uma vergonha.
É prova de que a esquerda, sempre muito à vontade para se
vender como o farol da civilização, pode ser ainda mais inescrupulosa na
mentira, na falsificação, do que a direita que ela acusa de ser a barbárie.
Para Lula e PT, estratégia digital é sinônimo de fake news. A mentira sobre a intenção de
Flávio Bolsonaro de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de
padroeira do Brasil foi aperitivo.
Divulga-se agora que, se eleito, o oponente do chefão
petista vai cancelar programas sociais, tirar o direito de voto das
mulheres, perseguir gays, extinguir o 13º salário, congelar aposentadorias,
impor jornada de 16 horas e, claro, instaurar a ditadura, entre outras aleivosias, MENTIRAS, destinadas a
instalar o terror na massa de eleitores mais velhos, pobres e ignorantes que
se absteve de votar no primeiro turno.
Esse é o único mercado de votos ainda disponível para
Lula no segundo turno.
A coisa chegou a tal ponto que há apoiadores famosos
de Lula espalhando fake news de maneira
completamente desavergonhada. É caso de uma historiadora, autora de livros
de sucesso, professora da USP, integrante da Academia Brasileira de Letras e
mulher do editor mais celebrado do Brasil.
Essa senhora postou um vídeo nas redes sociais para dizer
que estava usando o Pix o máximo possível, porque se Flávio Bolsonaro for
eleito, “ele vai acabar com o Pix a mando do Trump”.
“Gente, corre lá pra fazer bastante Pix, porque daqui a
pouco acabou”, conclui a virtuosa cheia de títulos e honrarias.
A “campanha do medo”
revela o caráter da esquerda brasileira e também o desespero que tomou conta
dela diante da possibilidade real de derrota. Conflito e desordem afligem
as hostes petistas.
Janja comprou briga com Kátia
Abreu, que pediu “menos Janja e mais Alckmin”
na campanha; o arsenal de mentiras parece estar causando efeito eleitoral
adverso, graças à agilidade da direita nas redes sociais; e a convocação de
influenciadores digitais de esquerda para emprestar ar de juventude a um Lula
octogenário e analógico mostrou ser tiro n’água.
A maior esperança petista na artilharia pesada contra
Flávio Bolsonaro era a influenciadora Ana Elisa, recém-eleita deputada federal pelo PT de
Minas com apenas 21 anos.
Na quinta-feira (9), no entanto, o deputado federal Nikolas
Ferreira e outros influenciadores da direita publicaram posts antigos atribuídos
a Ana Elisa nos quais está escrito que Lula deveria “fechar
as igrejas” evangélicas e que “esses crente
só faz merdaaaa” (sic). Circula, ainda, um post em que ela teria
dito que “odeia branco”.
Ana Elisa negou a autoria do posts, diz que sofreu
ameaças, acionou o TSE, mas desativou o seu perfil no X. Lula também
está sendo desativado no que se anuncia ser um final melancólico.
Fonte: Portal
Metróples